domingo, 23 de setembro de 2012

Como ensinar equações de forma concreta?

Olá, a dúvida que não quer calar é: Como ensinar equações de 1º grau aos alunos de forma concreta?
Lembremos que o princípio da equivalência é a regra básica para a resolução de uma equação de 1º grau. Podemos então fazer uma comparação entre o "Princípio da Equivalência" e uma balança em equilíbrio. Se você professor está sem saber por onde começar, experimente desenhar no quadro uma balança ou levar um cartaz pra sala com o desenho abaixo:
Proponha a seus alunos que descubram o valor de x apenas tirando e colocando os blocos ade forma que a balança fique sempre equilibrada. Ou seja, tudo que tirar de um lado da balança também devemos tirar do outro e vice-versa. Veja a resposta abaixo:


Acredito que será uma ótima experiência para inciar o estudos das equações do 1º grau.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O mito de Pandora

Olá professores, conseguiram fazer o cubo de Pandora do post anterior? Essa atividade é muito boa para estudar com os alunos a planificação do cubo, suas arestas, faces, área e volume... etc.

Para quem está curioso pra saber porque o cubo chama-se Pandora, segue o mito da Caixa de Pandora. Ele é muito interessante. Dá pra fazer conexão importantes com situações do dia-a-dia. Além de uma importante conexão com a disciplina de História!

A CAIXA DE PANDORA


 Conta-nos as várias versões do mito grego que Prometeu (o que vê antes ou prudente, previdente) é o criador da humanidade. Era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses.
Prevendo o fim da guerra, Prometeu uniu-se a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu também o fizesse. Com isso, Prometeu foi aumentando os seu talentos e conhecimentos, o que despertou a ira de Zeus, que resolveu acabar com a humanidade. Mas a pedido de Prometeu, o protetor dos homens, não o fez.
Um dia, foi oferecido um touro em sacrifício e coube a Prometeu decidir quais partes caberiam aos homens e quais partes caberiam aos deuses. Assim, Prometeu matou o touro e com o couro fez dois sacos. Em um colocou as carnes e no outro os ossos e a gordura. Ao oferecer a Zeus para que escolhesse, esse escolheu o que continha banha e, por este ato, puniu Prometeu retirando o fogo dos humanos.
Depois disso, coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. No entanto, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, não deixou nenhuma qualidade para os humanos, que ficaram desprotegidos e sem recursos.
Foi então que Prometeu entrou no Olimpo (o monte onde residiam os deuses) e roubou uma centelha de fogo para entregar aos homens. O fogo representava a inteligência para construir moradas, defesas e, a partir disso, forçar a criação de leis para a vida em comum. Surge assim a política para que os homens vivam coletivamente, se defendam de feras e inimigos externos, bem como desenvolvam todas as técnicas.
Zeus jurou vingança e pediu para o deus coxo Hefestos que fizesse uma mulher de argila e que os quatro ventos lhe soprassem a vida e também que todas as deusas lhe enfeitassem. Essa mulher era Pandora (pan = todos, dora = presente), a primeira e mais bela mulher já criada e que foi dada, como estratégia de vingança, a Epimeteu, que, alertado por seu irmão, recusou respeitosamente o presente.
Ainda mais furioso, Zeus acorrentou Prometeu a um monte e lhe impôs um castigo doloroso, em que uma ave de rapina devoraria seu fígado durante o dia e, à noite, o fígado cresceria novamente para que no outro dia fosse outra vez devorado, e assim por toda eternidade.
No entanto, para disfarçar sua crueldade, Zeus espalhou um boato de que Prometeu tinha sido convidado ao Olimpo, por Atena, para um caso de amor secreto. Com isso, Epimeteu, temendo o destino de seu irmão, casou-se com Pandora que, ao abrir uma caixa enviada como presente (e que Prometeu tinha alertado para não fazê-lo), espalhou todas as desgraças sobre a humanidade (o trabalho, a velhice, a doença, as pragas, os vícios, a mentira, etc.), restando dentro dela somente a ilusória esperança.
Por isso, o mito da caixa de Pandora quer significar que ao homem imprudente e temeroso são atribuídos os males humanos como consequência da sua falta de conhecimento e previsão. Também é curioso observar como o homem depende de sua própria inteligência para não ficar nas mãos do destino, das intempéries e dos próprios humanos.

(Este conteúdo foi extraído do  site: http://www.brasilescola.com/filosofia/caixa-de-pandora.htm em 14/09/2012 às 09h 31min)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cubo de Pandora

Segue um vídeo que ensina a fazer uma caixa muito fácil. Ela tem o formato de um Cubo. Se possível contar para os alunos a História da Caixa de Pandora. Muito interessante!